O Banco de Tecido é um Changemaker!

Alguns de vocês já sabem, ou já leram alguma notícia que a gente postou na página do Facebook ao longo dos últimos meses, mas é com imensa alegria que a gente veio falar pra todo mundo que faz parte aqui do Banco sobre algo muito legal que está acontecendo! Somos finalistas do prêmio Changemakers - Tecendo a Mudança, promovido pela Ashoka em parceria com o Instituto C&A! Nada mais justo do que, além de dividir essa felicidade toda com cada pessoa que faz parte dessa trama, que é o Banco de Tecido, a gente contar um pouco do que é esse trabalho maravilhoso que a Ashoka faz no Brasil e no mundo, e como a gente chegou até aqui!

A Ashoka é uma organização mundial, sem fins lucrativos, que atua no campo da inovação social em mais de 85 países. E olhem que legal, foi o pessoal da Ashoka que cunhou o termo Empreendedorismo Social e o caracterizou enquanto campo de trabalho, apoiando e reconhecendo os esforços de milhares de pessoas com ideias criativas, inovadoras e que provocam transformações de amplo impacto social. Considerada pelo The Global Journal, uma das 20 ONGs mais influentes do mundo, a Ashoka teve dois de seus Empreendedores Sociais condecorados com o Prêmio Nobel da Paz - em 2006 e 2014 - por ações transformadoras com objetivo de resolver os problemas existentes no mundo. Em 2015, Bill Drayton, fundador e CEO da Ashoka, foi eleito um dos 100 líderes visionários pela Real Leaders.

Com uma visão de mundo onde “Todos Podemos Ser Agentes de Transformação" (Everyone is a Changemaker) e em harmonia com uma sociedade onde as respostas aos desafios sociais surgem de forma rápida, eficaz, propondo soluções e alcançando mudanças positivas. A Ashoka, que em sânscrito significa "ausência de sofrimento", acumula mais de três décadas de experiência em análise de tendências sociais e foi através dessa experiência que ela identificou um conjunto de habilidades transformadoras que acredita serem necessárias para que as pessoas se tornem agentes de transformação ou “changemakers”. A empatia, o trabalho entre equipes, a liderança compartilhada e a ação transformadora estão entre as habilidades cujo desenvolvimento são apoiados, tanto nas escolas quanto entre o setor privado e os empreendedores sociais, incentivando para que todas as pessoas sejam agentes de transformação.

Para se tornar um Empreendedor Social da Ashoka é necessário participar de um rigoroso processo de seleção com etapas nacionais e internacionais. Os empreendedores líderes no campo em que atuam, influenciadores de políticas públicas ou que produzem algum tipo mudança sistêmica para uma sociedade melhor, mais justa e sustentável, são selecionados. Ao se tornarem Fellows Ashoka, estes empreendedores passam a integrar uma rede mundial de intercâmbio de informações, hoje com mais de 3.000 participantes, onde todos colaboram e disseminam iniciativas inovadoras. Mais de 370 dessas iniciativas são de empreendedores sociais brasileiros de todas as regiões do país, Não é incrível?

O Banco participou desse processo e foi selecionado, junto com outras duas iniciativas brasileiras que vamos apresentar pra vocês no próximo post, na categoria Tecendo a Mudança E vai concorrer ao Prêmio Changemakers, na Dinamarca. Fruto da parceria entre o Instituto C&A – que representa a C&A Foundation no Brasil – e o Changemakers da Ashoka, essa categoria surgiu da busca por uma indústria têxtil mais justa e sustentável. Uma indústria que respeite mais as pessoas e o planeta em que vivemos, que abra espaço para um futuro onde a prosperidade esteja ao alcance de todos que participam de alguma forma da cadeia produtiva de moda.

É sabido que a indústria da moda, além de oportunizar emprego e renda para milhões de pessoas ao redor do mundo, e representar uma das mais importantes engrenagens do crescimento econômico mundial, gera violentos impactos sociais e ambientais. Isso gera não apenas grandes movimentos de discussão, como o Fashion Revolution (que, inclusive, a gente participou faz pouco tempo), mas desafios complexos que exigem soluções inovadoras e colaborativas que objetivem a transformação do setor. A gente sabe que essa mudança é possível. A gente sabe que essa transformação é imprescindível. O Banco de Tecido vive e trabalha, com a ajuda de cada um dos nossos correntistas e usuários, pra que isso aconteça! É por isso que estamos muito felizes em mostrar pra o mundo todo o que a gente faz! Apertem os cintos pessoal, nós vamos para a Dinamarca!

Por MAFI Comunicação | Banco de Tecido