Banco de Tecido apresenta: FARRAPO

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Criada em 2012 pela designer Kamila Olstan, a Farrapo nasceu dentro de um brechó em Curitiba. No começo de suas atividades, a marca trabalhava com upcycling, reaproveitando materiais de peças vintage.

Movida pela paixão por tecidos raros e exclusivos, foi dando vida nova para tecidos em desuso que a Kamila encontrou um propósito para sua marca. O grande diferencial da Farrapo está justamente em seus processos de confecção que, além de reaproveitar materiais como insumos, opera dentro do movimento que costumamos chamar Slow Fashion.

Ou seja, a Farrapo é uma marca que se preocupa em minimizar o impacto da produção no meio ambiente, produzindo em pequena escala e se permitindo dar mais atenção aos detalhes mais importantes: origem das matérias primas, relacionamento com a cadeia de fornecedores, preocupação com a sustentabilidade e olhar atento para evitar o desperdício.

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Lendo tudo isso você deve estar pensando: “nossa, a Farrapo tem preocupações muito semelhantes com as do Banco de Tecido”. Exatamente! A Kamila nos conheceu através da internet, e, segundo ela, ficou na torcida pelo surgimento de uma unidade de Curitiba.

Quando abrimos nossa primeira unidade, lá na Casa Base, fez questão de complementar a produção da Farrapo com nossos tecidos de reuso. “De cara já encontramos tudo que a gente gosta! Tecidos raros, de qualidade e em pequenas quantidades, perfeito para nossa marca que só produz peças únicas de forma consciente e ética”, lembra.

A parceria funcionou tanto que, há alguns meses, a Kamila se tornou representante do Banco em Curitiba. Nossa unidade lá recebe carinhosamente o nome de Farrapo e opera na Casa 102. Viu que bacana? Vida longa ao Banco de Tecido @Farrapo!

Texto por Banco de Tecido | Kamila Olstan