O Banco de Tecido Somos Todos Nós

 Pulsa SP | Velha Guarda Dândis

Pulsa SP | Velha Guarda Dândis

A iminência de um novo ciclo nos faz refletir sobre o ciclo que passou. É assim todos os anos e dezembro carrega as recordações de uma vida inteira que coube em 365 dias. Vocês podem até pensar: "bem, isso é algo que acontece com as pessoas, não com empresas..." mas de fato, do que são feitas empresas senão de pessoas? E mais ainda, do que é feito o Banco de Tecido?

Somos feitos das pessoas que circulam por aqui, de suas histórias embrenhadas nos tecidos cheios de vida, somos trajetória compartilhada em forma de desenhos, texturas, cores, toque e carinho.

 Bela Sancho | KARMEN | Insecta Shoes

Bela Sancho | KARMEN | Insecta Shoes

Neste ano a gente teve o prazer de conhecer MUITA gente bacana! Gente que luta, que cria, que sonha, que preserva. Gente que, com o seu trabalho, dá sentido ao que fazemos por aqui. Esse compartilhar experiências não tem preço e é com muito carinho que vamos contando as história de cada um de vocês.

 AGAMA | Tris

AGAMA | Tris

Fomos arrebatados pela informação de moda das peças da KARMEN, a consciência dos calçados da Insecta Shoes, os acessórios incríveis da AGAMA e da Tris. Nos deixamos levar pelo universo mágico dos figurinos de Olintho Malaquias e pelas bonecas da Bela Sancho, pelas criações de Jonnatas Souza e pelo blue jeans da Think Blue. Nossos corações bateram mais forte com a Pulsa SP e nos transportamos para um outro estilo de vida com a Velha Guarda Dândis. Foi um ano e tanto!

 Think Blue | Olintho Malaquias | Jonnatas Souza

Think Blue | Olintho Malaquias | Jonnatas Souza

A gente sabe que de onde vieram essas histórias existem tantas outras, cada uma com um detalhe novo e especial, protagonizadas por gente que pensa, vive e trabalha por um mundo melhor e mais limpo! Que 2017 venha recheado de novos encontros e cada vez mais experiências para que possamos seguir compartilhando com vocês, afinal, o Banco de Tecido somos todos nós!


Texto por Lu Bueno | MAFI Comunica


Quer contar um pouco da sua história envolvendo tecido de reuso e o Banco de Tecido? Então manda um e-mail para maficomunicacao@gmail.com

Como nasceram as bolinhas?!

As nossas amadas bolinhas começaram a salpicar as roupas no finalzinho do século XIX, lá no Reino Unido, mas ninguém sabe dizer ao certo como foi que elas apareceram. Tem gente que diz que a estampa ficou popular com a chegada de imigrantes e da Polka - sim! a dança polonesa - na América e que foram os seus movimentos circulares que inspiraram a criação da estampa, por isso o nome americano dela: polka dots!

Tem também quem acredite que as bolinhas foram fruto da imaginação de Walt Disney, que estampou com elas o vestido da Minnie Mouse nos anos 20! =]

Os tecidos de bolinhas - poás, petit-pois, polka dots - ainda nos fazem lembrar de muitas épocas diferentes, em especial os anos 50, onde TODO MUNDO usava: divas do cinema, crianças, a mulherada toda, os homens e as maravilhosas pin-ups americanas! Ah! Não podemos esquecer das exuberantes bailarinas de flamenco, com suas batas de cola e saias preenchidas com babados e lindamente estampadas com as nossas amadas bolinhas!  <3

Não é a toa que estampa de bolinhas virou um dos maiores clássicos da moda e da indústria têxtil! Não tem quem resista ao seu charme, aqui no Banco a gente ama combinar com texturas, tecidos e cores diferentes. Nunca fez isso? Vem nos visitar e fazer com a gente!

Texto por Banco de Tecido | MAFI Comunica

Os corações da Pulsa batem mais forte com Tecido de Reuso!

Quem vive em São Paulo, ou visita a cidade com bastante frequência, possivelmente conhece a Pulsa ou já viu um dos seus corações espalhados pelas ruas!

Inspirado pelos movimentos e ações para reocupação de espaços públicos, como "Aqui bate um coração" - que espalhava corações pelas estátuas de São Paulo - e buscando trazer um novo significado para a relação das pessoas com a cidade, Felipe Oliveira decidiu fazer sua própria intervenção! Foi assim que nasceu a Pulsa, um projeto lindo que produz e espalha corações pelas ruas, fazendo com que o dia de quem presta atenção por onde passa se torne muito mais feliz!

Além de carregarem uma mensagem carinhosa que diz "pode levar! Entregue para alguém que faça o seu coração pulsar!", sugerindo que a gente siga espalhando amor por onde quer que a gente passe, o Felipe começou a fazer corações com tecido de reuso aqui do Banco! Agora os corações da Pulsa trazem vida nova para tecidos cheios de história e sentimento! <3

E pra quem ficou louco pra encontrar um coraçãozinho cheio de amor por aí, temos uma dica especial: o Felipe diz todos os dias onde eles estão, é só seguir a @pulsa.SP no instagram! =]

Por Banco de Tecido | MAFI Comunica

Atrás das Listras!

Sabia que por muuuuito tempo as nossas amadas listras foram associadas com coisas negativas? Pois é! Até meados do século XV elas eram usadas para identificar bandidos, loucos e doentes. Como também era vestida por condenados, carrascos e pessoas que eram consideradas marginais, por algum motivo da época, as listras - e quem elas vestiam - acabavam sendo tratadas com muito preconceito! Mais tarde, chegaram no ambiente doméstico! Começaram a aparecer em pijamas e roupas de banho, mas ainda eram consideradas secundárias por estamparem as roupas dos empregados e escravos.

Foi com o romantismo que todo mundo começou a se encantar com as listras! Afinal, elas passaram a representar os ideais de juventude e liberdade! Só não pensa que depois disso a vida das listras já estava ganha! A grande reviravolta que fez das listras as novas queridinhas da moda aconteceu beeeem mais tarde! Foi a ousadia de personalidades, como Pablo Picasso e Coco Chanel, em se vestir de listrado em ocasiões formais e cotidianas que fez o mundo todo prestar atenção na sua beleza. Hoje elas estão por tudo! Vestem quem quiser e como quiser, abraçando todas as variações possíveis do jeitinho que só uma boa listra consegue! <3

por Banco de Tecido | MAFI Comunicação

fotos por Jonnatas Souza

Falando de Flores!

Quando a gente fala de flores, sempre lembramos de coisas boas, não é?

É um ótimo presente de aniversário para qualquer pessoa, a celebração do nascimento de uma criança… e quando o coração bate forte, então? Elas estão sempre lá!

A idéia de tecido floral surgiu lá pelo século XIV na Itália, mas só chegou aqui no Brasil em 1800, nas estampas do algodão que era importado da Índia. Aliás, a Índia é considerada o berço da estamparia, e naquela época os motivos florais eram os mais produzidos. Mas na moda ele tomou força e importância mesmo lá pelo fim do século XIX. A causa disso? O Art Nouveau, movimento artístico que buscava inspiração nas formas da natureza.

E nas estampas dos tecidos vale estilizado, valem as flores realistas, bem alegres, bem graúdas e também as discretinhas, miudinhas! O importante é que as flores toquem o nosso imaginário e estejam presentes nas nossas vidas, nas roupas, nos presentes, na casa, porque flor tá sempre na moda, é sempre atual. Ah, e tá valendo para qualquer idade, até dá uma rejuvenescida e a gente ADOOORAA! <3

No Reino da Dinamarca

Olá parceiros do Banco!

Tudo foi tão intenso que só hoje consegui sentar pra contar um pouquinho de como foi lá em Copenhagen. Foi tocante, emocionante e inspirador ver gente de toda a parte do mundo se dando conta que é preciso olharmos com atenção e generosidade para a cadeia têxtil como UM TODO.  

O Summit foi lindo. Num lugar chiquérrimo, muito jornalista e gente da moda se colocando diante da realidade de uma cadeia produtiva com visíveis rachaduras de sistema. Muita visibilidade para o assunto, muita proposta de ação. Ficou claro que o caminho é inevitável, longo e incerto. Acompanhemos, colaboremos como podemos.

E não posso deixar de falar pra vocês sobre os cafés da manhã, as longas caminhadas pela cidade e o dia de trabalho junto aos parceiros do Fabric Change. Essa foi a melhor parte, foi quando pudemos conversar, compartilhar ideias e informações. Gente e projetos diversos, todos com o mesmo foco: repensar de maneira mais sustentável o fazer da cadeia têxtil.

Obrigada C&A Foundation, Instituto C&A e Ashoka pela iniciativa e pela oportunidade de compartilhar. Quando fazemos um encontro aqui no Brasil?

Lu Bueno

__________________________

ASHOKA BRASIL

http://brasil.ashoka.org

INSTITUTO C&A

http://www.institutocea.org.br

C&A FOUNDATION

http://candafoundation.org

FASHION SUMMIT

https://www.facebook.com/copenhagenfashionsummit/

FABRIC OF CHANGE

https://www.facebook.com/groups/1697056473881079/

Reciclagem de tecido: conheça um pouco dos processos de reaproveitamento

Sabemos que são inúmeros os processos de reciclagem, sendo os mais conhecidos os do plástico, papel, vidros e alumínio. Mas existe também a reciclagem de tecidos, que consiste basicamente na reutilização de resíduos têxteis para transforma-los novamente em fios.
Este processo, que pode ser feito de forma artesanal ou industrial, é realizado a partir de retalhos de roupas e tecidos usados no dia a dia, sobras das indústrias têxteis e de outras empresas como, por exemplo, as confecções.

A reutilização das sobras de tecido para a confecção de produtos e roupas é o processo mais artesanal de reciclagem. Além de ser nossa paixão e atividade, aqui no Banco, acaba sendo uma alternativa inteligente que amplia a vida útil dos tecidos produzidos, modifica e incentiva os diferentes processos criativos para a reutilização destes tecidos, reduz o impacto ambiental por evitar novas produções de tecido desnecessárias e auxilia na manutenção de uma rede de pessoas que pensam e vivem buscando alternativas melhores e mais sustentáveis para o seu negócio!

O processo industrial é um tanto mais complexo, ainda pouco explorado no nosso país e se divide em uma série de etapas que a gente listou pra vocês entenderem melhor:

Separação: retalhos em bom estado são separados por cor, matéria-prima e comprimento de fibra;
Trituração: uma máquina trituradora rasga os tecidos já separados em pedaços muito pequenos, até ficarem praticamente desmanchados;
Beneficiamento: é adicionado poliéster ao tecido triturado, em uma outra máquina que mistura os dois produtos formando fibras mistas;
Fiação: O material passa por uma maçaroqueira, máquina que enrola a fibra de algodão em uma bobina, e por um filatório. A fibra é transformada em fio;
Tecelagem: O fio reciclado é transformado em tecido novamente;
Tingimento: O tecido é tingido com a cor desejada, caso necessário.

Vejam que, assim como a maior parte dos processos produtivos que geram resíduo, o tecido pode ser reciclado, gerando, inclusive, benefícios para as empresas parceiras e comunidades envolvidas. Seja pela reutilização de excedentes ou pelo processo industrial, a reciclagem de tecido reduz o impacto ambiental, economiza matéria-prima, melhora a limpeza da região, aumenta a vida útil dos aterros sanitários e gera muitos empregos em diferentes pontos da cadeia. A gente só vê vantagens nisso, e vocês?


Por MAFI | Banco de Tecido

Reflexões sobre o reuso de tecidos

Quando fiquei sabendo sobre o Banco de Tecidos fiquei tão empolgada com a incrível solução que estava nascendo, que mal pude esperar para visitar a linda casa na Vila Leopoldina onde ele nasceu, e onde até hoje fica sua matriz. O papo com a Lu foi uma delícia e já na hora deu pra perceber que dali surgiria uma incrível parceria.

Desde que comecei a articular o Roupa Livre, estava inquieta com a questão da reutilização de tecidos e super impactada com os números de desperdício envolvendo esta matéria prima.

Segundo o movimento Fashion Revolution, 400 bilhões de m2 de tecido vão para o lixo anualmente. 60 bilhões só na sobra dos cortes da própria indústria. Considerando o impacto de se fazer algo novo, este desperdício é literalmente um crime contra o planeta e a vida de quem está envolvido nesta produção.

Por mais inovador ou amigo-do-planeta que um produto novo seja, usar algo que já está pronto é sempre a melhor escolha. E se pudermos re-usar de formas cada vez mais incríveis, melhor ainda.

Quando falamos em roupas e tecidos, a reciclagem se mostra muito difícil e em geral é um processo tão, ou mais, custoso quanto fazer algo do zero. Portanto o reaproveitamento do material, estendendo o seu ciclo de vida de uma forma que não exija muito a alteração do seu estado atual é essencial.

Se forem roupas, as alternativas como brechós, trocas, reformas e customizações já são muito disseminadas. Mas para os tecidos que viram lixo antes mesmo de virarem roupas ainda existem pouquíssimas alternativas. Por isso o modelo criado pelo Banco de Tecido é tão maravilhoso e precisa se espalhar pelo país e mundo a fora. Precisamos evitar que mais e mais toneladas de material sejam incineradas ou empilhadas em lixões antes de terem sido usadas.

Para os criadores de roupas e de outras peças que envolvem tecidos, minha dica é: busquem se aproximar do Banco, tentem entender como incluir este formato de repensar resíduos em suas produções. De quem faz artesanato como hobby às grandes indústrias, todos podem se incluir nesta cadeia. E para os consumidores, como sempre, vamos buscar comprar o necessário e de quem busca este tipo de alternativa.

Por Mari Pelli | Roupa Livre

Da importância de reutilizar tecidos: o caso da Insecta Shoes

Nem todo mundo sabe, mas a Insecta nasceu da mistura de um brechó com uma iniciativa de sapatos artesanais. A ideia era usar roupas estampadas, que estavam no brechó de uma das fundadoras para dar um charme especial para os sapatos manufaturados de outra (a Babi Mattivy, com seu brechó e a Pam Magpali com seus sapatos).

O desenvolvimento da marca foi em cima da vontade de criar um produto que fosse uma alternativa ao mercado da moda, já saturado de maus exemplos e empresas antiquadas. O sapato deveria atender àquelas pessoas preocupadas com os impactos sociais e ambientais que a grande indústria gera. Aos poucos (e sempre) a Insecta foi buscando reduzir cada vez mais suas marcas no meio-ambiente, desenvolvendo novas formas de produção do sapato, que hoje conta com reciclagem de borracha e PET, peças de roupas, assim como os tecidos reuso.

Sabe aquela frase: “O produto mais verde é aquele que já existe, porque não depende de novos recursos naturais para ser feito”, do John Donahoe? Pois bem, esse é o lema da Insecta, que pelo caminho cruzou aqui com o Banco de Tecido. A equipe da Insecta conheceu a gente através de uma matéria em que aparecemos na Folha de São Paulo e discutiu nossa iniciativa em uma das suas reuniões. Depois disso, a Laura marcou uma reunião com a Lu Bueno onde acabaram firmando parceria. Além de usar roupas vintage, a Insecta passou a trabalhar com a gente enquanto fornecedores de tecidos de reuso e se tornou nossa correntista, depositando seus excedentes e sacando tecidos novos do nosso acervo.

O legal das duas iniciativas, a Insecta e o Banco, é a sensação de estarmos sendo cercados por gente que vem pensado diferente, perceber que o espírito do nosso tempo é a criatividade, como forma de gerar soluções para os problemas e impactando positivamente as pessoas no caminho. Não só isso, mas ver que esse tipo de discussão sobre responsabilidade pessoal frente aos problemas sociais e ambientais, vem tomando espaço e sendo considerada na vida de cada um.

 

Por Insecta Shoes e Banco de Tecido

 

Quer conhecer mais do trabalho feito na Insecta?

Site: www.insectashoes.com

Facebook: www.facebook.com/insectainsecta/

Instagram: @insectashoes

O Banco de Tecido é um Changemaker!

Alguns de vocês já sabem, ou já leram alguma notícia que a gente postou na página do Facebook ao longo dos últimos meses, mas é com imensa alegria que a gente veio falar pra todo mundo que faz parte aqui do Banco sobre algo muito legal que está acontecendo! Somos finalistas do prêmio Changemakers - Tecendo a Mudança, promovido pela Ashoka em parceria com o Instituto C&A! Nada mais justo do que, além de dividir essa felicidade toda com cada pessoa que faz parte dessa trama, que é o Banco de Tecido, a gente contar um pouco do que é esse trabalho maravilhoso que a Ashoka faz no Brasil e no mundo, e como a gente chegou até aqui!

A Ashoka é uma organização mundial, sem fins lucrativos, que atua no campo da inovação social em mais de 85 países. E olhem que legal, foi o pessoal da Ashoka que cunhou o termo Empreendedorismo Social e o caracterizou enquanto campo de trabalho, apoiando e reconhecendo os esforços de milhares de pessoas com ideias criativas, inovadoras e que provocam transformações de amplo impacto social. Considerada pelo The Global Journal, uma das 20 ONGs mais influentes do mundo, a Ashoka teve dois de seus Empreendedores Sociais condecorados com o Prêmio Nobel da Paz - em 2006 e 2014 - por ações transformadoras com objetivo de resolver os problemas existentes no mundo. Em 2015, Bill Drayton, fundador e CEO da Ashoka, foi eleito um dos 100 líderes visionários pela Real Leaders.

Com uma visão de mundo onde “Todos Podemos Ser Agentes de Transformação" (Everyone is a Changemaker) e em harmonia com uma sociedade onde as respostas aos desafios sociais surgem de forma rápida, eficaz, propondo soluções e alcançando mudanças positivas. A Ashoka, que em sânscrito significa "ausência de sofrimento", acumula mais de três décadas de experiência em análise de tendências sociais e foi através dessa experiência que ela identificou um conjunto de habilidades transformadoras que acredita serem necessárias para que as pessoas se tornem agentes de transformação ou “changemakers”. A empatia, o trabalho entre equipes, a liderança compartilhada e a ação transformadora estão entre as habilidades cujo desenvolvimento são apoiados, tanto nas escolas quanto entre o setor privado e os empreendedores sociais, incentivando para que todas as pessoas sejam agentes de transformação.

Para se tornar um Empreendedor Social da Ashoka é necessário participar de um rigoroso processo de seleção com etapas nacionais e internacionais. Os empreendedores líderes no campo em que atuam, influenciadores de políticas públicas ou que produzem algum tipo mudança sistêmica para uma sociedade melhor, mais justa e sustentável, são selecionados. Ao se tornarem Fellows Ashoka, estes empreendedores passam a integrar uma rede mundial de intercâmbio de informações, hoje com mais de 3.000 participantes, onde todos colaboram e disseminam iniciativas inovadoras. Mais de 370 dessas iniciativas são de empreendedores sociais brasileiros de todas as regiões do país, Não é incrível?

O Banco participou desse processo e foi selecionado, junto com outras duas iniciativas brasileiras que vamos apresentar pra vocês no próximo post, na categoria Tecendo a Mudança E vai concorrer ao Prêmio Changemakers, na Dinamarca. Fruto da parceria entre o Instituto C&A – que representa a C&A Foundation no Brasil – e o Changemakers da Ashoka, essa categoria surgiu da busca por uma indústria têxtil mais justa e sustentável. Uma indústria que respeite mais as pessoas e o planeta em que vivemos, que abra espaço para um futuro onde a prosperidade esteja ao alcance de todos que participam de alguma forma da cadeia produtiva de moda.

É sabido que a indústria da moda, além de oportunizar emprego e renda para milhões de pessoas ao redor do mundo, e representar uma das mais importantes engrenagens do crescimento econômico mundial, gera violentos impactos sociais e ambientais. Isso gera não apenas grandes movimentos de discussão, como o Fashion Revolution (que, inclusive, a gente participou faz pouco tempo), mas desafios complexos que exigem soluções inovadoras e colaborativas que objetivem a transformação do setor. A gente sabe que essa mudança é possível. A gente sabe que essa transformação é imprescindível. O Banco de Tecido vive e trabalha, com a ajuda de cada um dos nossos correntistas e usuários, pra que isso aconteça! É por isso que estamos muito felizes em mostrar pra o mundo todo o que a gente faz! Apertem os cintos pessoal, nós vamos para a Dinamarca!

Por MAFI Comunicação | Banco de Tecido