Banco de Tecido apresenta: LUSCO FUSCO

Foi do desejo de gerar mudanças positivas na comunidade usando a moda como instrumento de conscientização e transformação social que a Lusco Fusco nasceu, em 2013 no Rio de Janeiro. A marca carrega no dna a vontade latente da sua criadora, a Débora, de transformar o mundo num lugar melhor, onde a preservação do planeta, a extensão do ciclo de vida dos tecidos e a valorização dos trabalhadores envolvidos são pontos essenciais para que seus clientes se vistam de forma ética, autêntica e sustentável

As peças da Lusco Fusco são produzidas a partir dos retalhos que sobram nas confecções: tanto tecidos que sobram do corte, como finais de rolos que ficaram quase uma eternidade nos estoques! São utilizados os materiais que acabariam indo para o lixo ou ficariam esquecidos até estragar.

Trabalhando com slow fashion, a marca produz em pequena escala, com mão-de-obra local e misturando diferentes técnicas, como crochê e serigrafia. E olhem que bacana: além de tudo isso eles têm uma linha especial de peças, chamada #palavralivre, onde parte do valor arrecadado com as vendas é doado para projetos sociais que busquem diminuir as desigualdades sociais! <3

O Banco de Tecido surgiu na vida deles por indicação de uma amiga da Débora, que, percebendo a semelhança entre o nosso propósito e o da marca, fez as devidas apresentações. Segundo a Débora, "para a Lusco Fusco é fantástico ter acesso ao Banco, porque além de comprar tecidos para comporem as peças - já que muitas vezes recebemos retalhos muito pequenos das confecções - ainda podemos depositar tecidos que não são utilizados no ateliê, fazendo a roda girar!"

Ela também nos contou que "trabalhar com upcycling e dar vida nova à tecidos que seriam descartados é uma experiência incrível!" Afinal, as peças produzidas são exclusivas, com design autoral, diminuem os resíduos que são produzidos, poluem menos o ambiente com corantes e similares, otimizam o uso de água e energia, melhor aproveitam os recursos naturais, geram trabalho e renda para a comunidade e ainda ajudam a resolver um dos grandes problemas da indústria têxtil, que é o desperdício. Resumindo: é MUITO amor envolvido!

Pra você que ficou com vontade de conhecer um pouco mais do trabalho da Lusco Fusco, aqui tem dois vídeos super bacanas da marca:

https://www.youtube.com/watch?v=1eKoRjPrH8U

https://www.youtube.com/watch?v=m2Fl7qeoRgY

Site: www.lojaluscofusco.com.br

Texto por Banco de Tecido e Débora Schmidt Nardello

Banco de Tecido apresenta: ALINE VITO

 Foto:&nbsp;divulgação Aline Vito

Foto: divulgação Aline Vito

Trabalhando de forma criativa e consciente, Aline Vito deu vida à marca homônima a partir do reaproveitamento de materiais têxteis e da ousadia na experimentação em diferentes formas de trabalhar tecidos.

A marca teve origem no TCC da Aline, na Universidade Anhembi Morumbi, mas ficou adormecida por um tempo. Mais precisamente até o final de 2014, quando começou a vender através de bazares e visitas às clientes.

 Foto:&nbsp;divulgação Aline Vito

Foto: divulgação Aline Vito

Definida como atemporal, artesanal e autoral, a marca tem como propósito o reaproveitamento de matérias. Afinal, "criar peças através de sobras de tecido, retalhos, tecidos com defeitos etc." era desde do inicio, ainda na universidade, um dos principais interesses da Aline. Os designs das peças da marca são feitos com moulage ou com montagem de bandeiras de patchwork, onde as peças feitas na modelagem plana são cortadas.

 Foto:&nbsp;divulgação Aline Vito

Foto: divulgação Aline Vito

Os acabamentos são feitos em diferentes texturas, tingimentos e até mesmo com a ausência de acabamento, transformando as roupas em arte viva! Atualmente a marca amadureceu e vive um momento de aproveitar tecidos que seriam descartados, dando movimento às matérias primas paradas e esquecidas. Foi a partir dessa nova fase que o Banco de Tecido se transformou no grande parceiro da Aline Vito, facilitando o acesso aos tecidos de reuso e materiais carregados de história!

 

Texto por Aline Vito | Banco de Tecido

Banco de Tecido apresenta: DOG COLOURS

A Dog Colours deu seus primeiros passos em 2014, quando a Erika Yasuda começou a fazer roupas divertidas e diferentes para os cães da família. Não demorou para que as roupinhas começassem a fazer sucesso nos passeios com os cãezinhos e na Sigbol, escola onde ela fazia curso de moda pet. Foi do incentivo das pessoas que curtiam as criações que surgiu a idéia de começar a comercializá-las e, assim, nasceu a marca em novembro de 2016, na cidade de São Paulo.

Antes de embarcar nessa jornada, Erika trabalhou muitos anos em empresas de grande porte e multinacionais na área financeira, onde percebeu a importância do desenvolvimento sustentável e aprendeu novas formas de manter o resultado financeiro evitando desperdícios, sem impactar o meio ambiente e a comunidade de forma negativa.

O conhecimento adquirido sobre os conceitos de sustentabilidade baseados nos tripé “Pessoas, Planeta e Lucro” (PPL), assim como os conceitos de slow fashion e upcycling, passaram a ser aplicados na sua vida pessoal e, consequentemente, nos produtos da marca. Todos os produtos da Dog Colours são feitos à mão e cada peça é criada levando em consideração a praticidade para o dono e conforto para o cãozinho. As estampas utilizadas na confecção são sempre fofas e coloridas, os tecidos de qualidade e os aviamentos descolados para que, além de encantar e deixar os donos orgulhosos, as roupinhas proporcionem alegria e muita fofura aos seus clientes bichos! <3

Foi pesquisando alternativas para dar vazão aos tecidos antigos que havia comprado e não seriam aproveitados, que ela nos encontrou! "Na hora me apaixonei, que idéia maravilhosa! Posso levar os tecidos sem uso e ainda ganho crédito para trocar por outros tecidos? Maravilhoso!" Disse a Erika sobre a sua primeira impressão em relação ao Banco. Ela conheceu a unidade da LUPA, depositou todos os tecidos que estavam parados, gastou seus créditos e ainda comprou mais um tanto de tecidos! Saiu do Banco feliz da vida, com várias estampas lindas na sacola e, desde então, nunca mais parou de nos visitar!!!

As peças da Dog Colours são comercializadas através da plataforma Elo7, um marketplace para produtos artesanais. A marca conta com diversos produtos disponíveis em pronta-entrega e com o serviço de customização sob encomenda, de acordo com a preferência do cliente. Os produtos Dog Colours são exclusivos e disponibilizados em quantidade limitada.

Texto por Banco de Tecido | Erika Yasuda

Para mais informações:
Site: www.dogcolours.com
IG: @dogcolours
Loja: www.elo7.com.br/dogcolours
Email: contato@dogcolours.com

Banco de Tecido apresenta: R2, Arte em Tecido

Apesar de ser filha de costureira, Renata passou grande parte da vida sem despertar o interesse pela arte da costura. Aos 44 anos, com 10 anos de carreira como gestora de qualidade na área da construção civil, ficou desempregada e, ao reencontrar uma amiga da família que é professora de patchwork nas redes sociais, acabou encontrando também uma nova oportunidade.

A partir das aulas o patchwork acabou se tornando, além de terapia, uma profissão alternativa. Logo começaram a aparecer os resultados do trabalho da Renata: a primeira peça foi um jogo americano, mas foi na confecção de bolsas que ela acabou se encontrando! As aulas de patchwork abriram caminhos para que a Renata reconhecesse que o prazer e a satisfação em costurar estavam no seu sangue, eram herança de sua mãe! Com a R2 - Arte em Tecido, ela procura entender cada cliente, suas expectativas e desejos, afinal, as peças são todas feitas sob encomenda. Assim, a marca - que começou suas atividades em 2015 - mantém um trabalho especialmente único, exclusivo e de qualidade.

Pesquisando na internet, acabou conhecendo o trabalho desenvolvido aqui no Banco. Como sua mãe já não costura tanto e as duas possuem muitos cortes de tecidos que antes eram destinados à confecção de roupas, a Renata uniu o útil ao agradável e veio nos visitar para fazer alguns depósitos e conhecer de perto o nosso espaço. Foi amor à primeira vista!

Ela nos contou que a ideia de sustentabilidade sempre teve muita relação com a sua vida desde a época em que trabalhava somente com gestão qualidade, pois alguns métodos utilizados eram os chamados 3 R's: reduzir, reaproveitar e reciclar! Disse que, ao produzir sua primeira peça com Tecido de Reuso, percebeu que este é o melhor caminho para reduzir o consumo e minimizar o impacto da cadeia produtiva. Hoje, a R2 - Arte em Tecido trabalha de forma sustentável e limpa, dando muito orgulho, tanto pra Renata como pra gente, que torce muito pelo sucesso da marca!

Texto por Renata Ribeiro | Banco de Tecido

Banco de Tecido apresenta: DONNA PAMBILA

Donna Pambila Banco de Tecido Tecido de reuso moda sustentavel

Donna Pambila é uma marca infantil, que tem produção local e se baseia fortemente nos conceitos de slow fashion. Suas peças são produzidas artesanalmente e as coleções oferecidas em edições limitadas. A sustentabilidade é uma constante para a marca, assim como a ressignificação, valorizando as possibilidades de reaproveitamento e evitando o descarte de materiais trabalhando a partir de sobras de tecidos e transformando roupas antigas em novas peças.

De acordo com Pâmela Medeiros, designer e proprietária da marca, "tudo é reaproveitado e editado, desta forma a criança pode usar a peça reconstituída por um novo olhar que contém uma história. Além disso, é importante incentivar as crianças sobre a questão do consumo consciente". Afinal, a Donna Pambila se preocupa muito com os valores passados para suas pequenas clientes.

Foi buscando novas possibilidades alinhadas com os valores de sustentabilidade, mas sem perder o foco na exclusividade, que Pâmela descobriu o Banco de Tecido. Encantada com o trabalho que desenvolvemos aqui, vislumbrou uma parceria que ia exatamente de encontro com aquilo que procurava. "Nós ficamos realizados com a existência do Banco de Tecido e tratamos de conhecer logo. Nem preciso dizer que amamos...entrar lá é como se transportar para um parque de diversões (risos)! Hoje somos clientes do Banco e nossas coleções são conscientes e cheias de amor produzidas com vários tecidos de reuso trazidos de lá".

Cada produto desenvolvido pela Donna Pambila tem um toque especial. Trabalhados de forma artesanal, trazem referências lúdicas e brincam com tecidos, cores, texturas e aviamentos, com muita dedicação e alegria. Tudo isso resulta em um trabalho que transmite os sonhos e amor no mundo mágico de brincadeiras, onde a infância ainda se torna mais divertida desde a forma de se vestir.

 

Texto por Pâmela Medeiros | Banco de Tecido

O Banco de Tecido Somos Todos Nós

 Pulsa SP | Velha Guarda Dândis

Pulsa SP | Velha Guarda Dândis

A iminência de um novo ciclo nos faz refletir sobre o ciclo que passou. É assim todos os anos e dezembro carrega as recordações de uma vida inteira que coube em 365 dias. Vocês podem até pensar: "bem, isso é algo que acontece com as pessoas, não com empresas..." mas de fato, do que são feitas empresas senão de pessoas? E mais ainda, do que é feito o Banco de Tecido?

Somos feitos das pessoas que circulam por aqui, de suas histórias embrenhadas nos tecidos cheios de vida, somos trajetória compartilhada em forma de desenhos, texturas, cores, toque e carinho.

 Bela Sancho | KARMEN | Insecta Shoes

Bela Sancho | KARMEN | Insecta Shoes

Neste ano a gente teve o prazer de conhecer MUITA gente bacana! Gente que luta, que cria, que sonha, que preserva. Gente que, com o seu trabalho, dá sentido ao que fazemos por aqui. Esse compartilhar experiências não tem preço e é com muito carinho que vamos contando as história de cada um de vocês.

 AGAMA | Tris

AGAMA | Tris

Fomos arrebatados pela informação de moda das peças da KARMEN, a consciência dos calçados da Insecta Shoes, os acessórios incríveis da AGAMA e da Tris. Nos deixamos levar pelo universo mágico dos figurinos de Olintho Malaquias e pelas bonecas da Bela Sancho, pelas criações de Jonnatas Souza e pelo blue jeans da Think Blue. Nossos corações bateram mais forte com a Pulsa SP e nos transportamos para um outro estilo de vida com a Velha Guarda Dândis. Foi um ano e tanto!

 Think Blue | Olintho Malaquias | Jonnatas Souza

Think Blue | Olintho Malaquias | Jonnatas Souza

A gente sabe que de onde vieram essas histórias existem tantas outras, cada uma com um detalhe novo e especial, protagonizadas por gente que pensa, vive e trabalha por um mundo melhor e mais limpo! Que 2017 venha recheado de novos encontros e cada vez mais experiências para que possamos seguir compartilhando com vocês, afinal, o Banco de Tecido somos todos nós!


Texto por Lu Bueno | MAFI Comunica


Quer contar um pouco da sua história envolvendo tecido de reuso e o Banco de Tecido? Então manda um e-mail para maficomunicacao@gmail.com

Banco de Tecido Apresenta: Velha Guarda Dândis

A Velha Guarda Dândis nasceu em abril de 2014, do sonho de jovens empreendedores da periferia de São Paulo. Mais do que uma marca, a idéia sempre foi oferecer um novo estilo de vida, inspirado nas tendências de antigamente e motivado pela ausência de acessórios vintage diferenciados no mercado. O nome foi escolhido de forma a homenagear tanto os integrantes da Velha Guarda do Samba, sua irreverência e forma de vestir - que abusava dos ternos, gravatas-borbolerta e chapéus, sempre carregados de atitude -, quanto o Dandismo, movimento que revolucionou a forma do homem se vestir no final século XVIII.

O trabalho nasceu com a confecção das gravatas-borboleta, feitas de maneira rustica. Hoje, sua confecção foi encorpada, passou a utilizar tecidos mais nobres, acompanhados de acabamento e apresentação final mais sofisticados. Outros produtos, como camisas e suspensórios, começaram a ser desenvolvidos e o próximo passo será a confecção sob medida de ternos, blazers, calças e camisas de acordo com os padrões de alfaiataria clássica.

O processo de criação da VG Dândis não é linear. Apesar de estarem atentos as referências de moda, o foco da marca está no bem estar das pessoas, em desenvolver produtos que atendam as suas necessidades ou que sejam feitos especialmente para elas. Neste processo, a inspiração vem de todos os lugares: das referências vintage, retrô e contemporâneas, da música, da dança, das artes, da arquitetura e até mesmo da gastronomia, que tem se mostrado uma saborosa fonte de inspiração! A marca é a síntese de tudo o que seus criadores são!

Foi durante a pesquisa por novas estampas e por um sistema produtivo cada vez mais alinhado com os conceitos de sustentabilidade, responsabilidade social e econômica criativa que os Dândis encontraram o Banco. Bastou um contato para entender como o trabalho do Banco funcionava que eles ficaram apaixonados! Segundo o Gerson, um dos sócios da marca, “foi como juntar a fome com a vontade de comer”, pois antes mesmo de conhecerem o Banco, eles estavam desevolvendo a Linha Old New (Novo Velho), onde a idéia era reaproveitar peças e tecidos já esquecidos na confecção de artigos com novos ajustes, modelagens, cores e maior caráter de exclusividade.

 

Texto por Gerson Cass | Banco de Tecido

Facebook: https://www.facebook.com/vgdandis

Instagram: @vgdandis

Banco de Tecido apresenta: BELA SANCHO

Bela Sancho é mais do que uma marca, é arte! Suas bonecas são modeladas manualmente em cerâmica fria e vestidas, com todo o carinho, com os tecidos de reuso aqui do Banco! <3

A mente brilhante por trás desse trabalho todo é a Isabela Soriano Sancho, que carrega no DNA a intimidade com a arte de criar bonecas!

Quando criança, Isabela brincava com bonecas que ela mesma confeccionava, utilizando rolinhos de papelão. Já adolescente, quis presentar uma amiga com uma boneca azul e, ao perceber que não existia tal boneca, decidiu fazê-la. Suas primeiras bonecas - que ganharam vida para presentear pessoas queridas - foram confeccionadas em bisquit, tinham cabelos feitos de sobras de lã dos cachecóis feitos pela mãe e avó de Isabela, e roupas feitas com retalhos da tia, que era costureira.

Ela cursava arquitetura na época, e foi na própria faculdade que começou a receber encomendas. As formas das bonecas partiam das informações que as pessoas davam a respeito de suas personalidades e inspirações. Tudo era incorporando nas bonecas! Ao final da sua graduação, Bela teve a oportunidade de morar por um ano na Itália e, ao conhecer Veneza, ficou completamente impressionada, mergulhando no imaginário das marionetes, máscaras e fantasias da cidade. Nesse mesmo período, redescobriu seu bisavô italiano, que - olhem que legal - dedicou a vida à marcenaria e aos brinquedos de madeira!

Frustrada com o a ligeira desidratação que a massa do bisquit apresentava depois de certo tempo, adotou a cerâmica fria, que acabou trazendo maior peso e expressividade para as suas criações. Os conhecimentos arquitetônicos despertaram a necessidade de uma lógica construtiva mais sofisticada, com soluções estruturais e de movimento. As bonecas passaram a guardar detalhes escondidos sob os cabelos e roupas, ganhando uma dimensão de curiosidade pelo segredo.

Bela começou a aprofundar os estudos sobre a história das bonecas no mundo e olhá-las sob novas perspectivas, perceber com maior clareza as nuances culturais materializadas nas bonecas e entendê-las enquanto instrumentos sensíveis de autorepresentação que definem identidades. Tudo isso colaborou para o enriquecimento do seu trabalho, que ampliou referências e passou a buscar inspirações também nas bonecas de espiga mexicanas, marionetes japonesas, máscaras africanas, figuras de terra gregas, entre tantas outras.

O Banco de Tecido acabou virando um grande parceiro no momento em que o estoque de retalhos herdados da tia chegou ao fim. Foi a vontade de preservar a qualidade, de reaproveitar aquilo que sobra e dar vida nova para tecidos que carregam sua própria história que levaram Isabela até a loja da Lupa. De acordo com ela, "estar rodeada de texturas deliciosas e materiais lindíssimos, integrados em uma rede responsável de consumo e a um preço acessível foi uma experiência um tanto quanto eufórica! Era exatamente o que eu precisava."

Com os tecidos adquiridos no Banco, seu processo criativo avançou novamente: o material passou a ser escolhido pela sua origem, facilidade de aderir ao corpo das bonecas, escala da estampa, harmonia das cores. O aprendizado não cessa e o Banco agora faz parte disso! <3

Hoje, a Bela Sancho desenvolve peças únicas, inspiradas em diferentes tradições, mas segue produzindo bonecas sob encomenda, mantendo o processo criativo aberto ao outro. Também trabalha com a experimentação das bonecas nas artes do movimento, como o stopmotion e técnicas de manipulação de marionetes, integrando coleções, decorações, brincadeiras e produções artísticas.

 

 

Texto por Isabela Sancho | Banco de Tecido

Fotos Acervo Bela Sancho

Facebook - Bela Sancho

Instagram - @belasancho.bonecas

Banco de Tecido apresenta: THINK BLUE

O projeto de vida da designer de moda Mirella Rodrigues é estimular o consumo consciente. Foi pensando no impacto causado pela indústria têxtil no meio ambiente que ela deu vida à Think Blue, onde cria e produz as roupas reaproveitando peças de jeans e prolongando a vida útil de produtos já descartados!


Muita gente não sabe, mas o jeans é um dos tecidos mais resistentes dentro da cadeia têxtil, podendo levar até 30 anos para se decompor. Além de ser um tecido que todo mundo ama e que se adequa ao guarda roupa de qualquer pessoa, essa resistência do jeans permite que a marca possa trabalhar com as mais diversas técnicas, como o tingimento, sem perder qualidade no produto final e dando vida à peças únicas e atemporais!

O compromisso da marca com as questões de sustentabilidade passa pelos métodos de coleta da matéria prima em jeans, da entrega de peças finais e da própria produção das peças. A Think Blue trabalha atendendo as necessidades da moda sem comprometer a natureza, seus produtos são TODOS feitos a mão, respeitando os profissionais e o tempo certo de cada etapa que a peça demanda! Não é incrível?

A Think Blue, assim como a gente, acredita que o reaproveitamento é a forma mais ecoeficiente para criar novos produtos e otimizar os processos de toda a cadeia produtiva de moda, reduzindo o impacto ambiental. Mesmo vivendo no RJ, a Mirella conheceu o trabalho feito aqui no Banco através das nossas redes sociais. Não demorou muito pra ela vir até SP conhecer a loja da Lupa e começar uma parceria linda onde os Tecidos de Reuso que vocês depositam são usados para compor e finalizar e fazer o acabamento das peças em jeans da marca!


Texto por Think Blue | Banco de Tecido
Site http://www.thinkblueupcycled.com.br/
Facebook https://www.facebook.com/thinkblueupcycled/
Instagram @thinkblue_upcycled

Os corações da Pulsa batem mais forte com Tecido de Reuso!

Quem vive em São Paulo, ou visita a cidade com bastante frequência, possivelmente conhece a Pulsa ou já viu um dos seus corações espalhados pelas ruas!

Inspirado pelos movimentos e ações para reocupação de espaços públicos, como "Aqui bate um coração" - que espalhava corações pelas estátuas de São Paulo - e buscando trazer um novo significado para a relação das pessoas com a cidade, Felipe Oliveira decidiu fazer sua própria intervenção! Foi assim que nasceu a Pulsa, um projeto lindo que produz e espalha corações pelas ruas, fazendo com que o dia de quem presta atenção por onde passa se torne muito mais feliz!

Além de carregarem uma mensagem carinhosa que diz "pode levar! Entregue para alguém que faça o seu coração pulsar!", sugerindo que a gente siga espalhando amor por onde quer que a gente passe, o Felipe começou a fazer corações com tecido de reuso aqui do Banco! Agora os corações da Pulsa trazem vida nova para tecidos cheios de história e sentimento! <3

E pra quem ficou louco pra encontrar um coraçãozinho cheio de amor por aí, temos uma dica especial: o Felipe diz todos os dias onde eles estão, é só seguir a @pulsa.SP no instagram! =]

Por Banco de Tecido | MAFI Comunica

Banco de Tecido apresenta: JONNATAS SOUZA

Jonnatas sempre gostou de moda, principalmente por causa da ousadia e das inúmeras possibilidades que ela permite. Estudante de Design de Moda, ficou mega interessado quando sua grande amiga, Andressa Burgos, contou que estava trabalhando em um lugar que ele mesmo chamou de "descolado e único": o Banco de Tecido. Jonnatas confessa que ficou bastante curioso para conhecer o universo de peças, tamanhos e texturas que o Banco poderia oferecer para as suas criações e logo foi convidado pela Andressa para fazer alguns trabalhos pontuais aqui com a gente, onde acabou conhecendo a Lu Bueno, que o convidou outras vezes para integrar a equipe.

Observador de carteirinha, sua criatividade vai elaborando combinações diversas - ou as mais loucas, segundo o próprio - de acordo com os tecidos que ele vê aqui no Banco ou em outros lugares. O processo criativo dele funciona mais ou menos assim: as ideias chegam e vão tomando corpo dentro da cabeça do Jonnatas, que sempre procura desenhar os croquis do que pretende produzir. Foram diversas as vezes que ele chegou a criar coleções inteiras no papel antes de encontrar os materiais que seriam necessários. Depois, ele vai lapidando as peças até chegar na produção propriamente dita, que é quando ele escolhe as modelos, o cenário ou locação, a luz, o enquadramento ideal...

Jonnatas costuma brincar dizendo que tem uma fábrica interna de criações mentais! A paixão que ele tem por moda, e por criar moda, é evidente! Seus insights criativos, muitas vezes, surgem enquanto está assistindo filmes, lendo revistas e livros, visitando o perfil do Instagram de alguém que admira e de pessoas e marcas que descobre através da mídia ou até mesmo em sonhos! O Banco de Tecido, em meio a este processo todo, acaba se tornando um parque de diversões que o ajuda a dar vida para essas criações! <3

Texto por Banco de Tecido | Jonnatas Souza 

Olintho Malaquias: Figurino feito com Tecido de Reuso

Quem gosta de teatro e ópera certamente já se apaixonou pelo trabalho do Olintho Malaquias! Figurinista de primeira, se aproximou deste universo no início dos anos 90, quando ainda não tínhamos um curso superior de formação em moda ou figurinos no Brasil. Trabalhou em confecção, criando e desenvolvendo modelagens e, ainda nos anos 90, na mesma época em que conheceu - vejam só! - a Lu Bueno, se apaixonou pelo teatro e pelo trabalho com figurinos e cenografia.

Além de ser responsável pelos figurinos incríveis de Travesties; Ópera Livre para soprano, halterofilista e o público que aplaude; Vilcabamba; Boca de Ouro; Cacilda; Lady MacBeth do Distrito de Mtzensk; Ça Ira e muitos outros, foi indicado ao Prêmio Shell pelo figurino da Terra, em Os Sertões, e recebeu o prêmio Carlos Gomes de Ópera, depois de ser indicado por três montagens:  Sansão e Dalila, Os Troianos e O Barbeiro de Sevilha.

Atento ao sistema de consumo e pós-consumo da matéria prima que dá vida ao seu trabalho, Olintho usa e abusa dos tecidos de reuso em suas criações. Este mês, por exemplo, estreiou em São Paulo - no Theatro São Pedro - a ópera O Anão, que teve seus figurinos concebidos, em grande parte, com tecidos aqui do Banco! Ficamos tão apaixonados pela riqueza dos detalhes pensados pelo Olintho, que não podíamos deixar de mostrar pra vocês!!

E não paramos por aqui, dia 26 de agosto estréia em Belém do Pará a montagem de Pássaros Perdidos, uma cantata em tributo ao Piazzola onde os tecidos de reuso que muitos de vocês depositaram também vão ganhar vida nova! Olhem que lindos alguns dos tecidos escolhidos!!

Texto por Banco de Tecido | MAFI Comunica

Fotos | Olintho Malaquias

Banco de Tecido apresenta: TRIS

A artista plástica Claudia Aquilino é a cabeça criativa que dá vida para a Tris! Segundo ela, que aprendeu a costurar bem cedinho, aos 12 anos de idade, a paixão por cores e estampas sempre esteve presente! O que na infância era uma coleção de papéis coloridos, ao crescer foi se transformando em um "tesouro" de panos e texturas com cores vivas em diferentes tamanhos. Olhem que legal, Claudia fazia suas roupas de passear nos finais de semana com os tecidos que guardava!

O tempo passou, Cláudia teve suas filhas e transitou por várias empresas, sempre trabalhando com muita criatividade em funções que compreendiam desde eventos corporativos e tecidos para decoração até alimentação. E foi pelo prazer e alegria vividos nos momentos cinéticos da criação, que ela deu vida à Tris! O nome vem de Triskle, símbolo celta que representa a espiral tripla da alma, ou o corpo, a mente e o espírito! A Cláudia é fascinada pela cultura celta, tanto que fez uma tatuagem tripla - em todos os sentidos - do símbolo, junto com as suas filhas. A Tris nasceu num momento em que a vida da Cláudia mudou radicalmente: ela foi pro mato, morar em um sitio na Serra da Mantiqueira, que é um lugar lindo, tranqüilo e aconchegante.

Foi nesta época, também, que ela conheceu a proposta do Banco de Tecido. Apesar de não lembrar se foi no jornal ou na internet, ela achou nosso trabalho fabuloso! Disse até que, quando esteve lá pela primeira vez, se sentiu como uma criança em loja de brinquedos, na véspera do natal!!! Ela juntou quase 3 quilos de pedacinhos estampados, que tinha sido depositados pela Insecta, e vários retalhos, em pedaços maiores, de tecidos depositados pela Ecosimple. O mais legal é que, além de levar mais alguns quilos de aquisições para a sua coleção, ela reaproveitou tecidos de duas iniciativas que ela já conhecia e admirava! =]

Neste meio tempo, o projeto pessoal da Cláudia foi tomando outro formato, ela montou junto com o marido a Casa do Lago, em Santo Antonio do Pinhal. Lá eles têm um empório com produtos deles e locais; uma loja com artesanato, que é a nova residência da Tris e um restaurante com comida intuitiva para poucas e boas mesas! E, de tempo em tempo - como ela mesma diz - quando a emoção vira criatividade, Cláudia brinca com seus pedacinhos estampados e coloridos, usando como referência toda a natureza do mato onde vive para tingir, estampar e criar novos tecidos. Os seus re-panos, como gosta de chamar, novos tecidos, onde a “costuragem” de retalhos estampados se transformam em um novo pano único e exclusivo!

Banco de Tecido apresenta: AGAMA

A Agama é uma micro empresa que cria e confecciona bolsas e acessórios com tecidos de reuso e embalagem longa vida. Sabia que todas as peças produzidas são verdadeiramente exclusivas e únicas? Nascida em agosto de 2014, a marca surgiu da decisão feita pela Adriana de finalmente trabalhar com o que lhe deixasse feliz! Quando era criança, brincava com os retalhos de moletom que sobravam das costuras de sua mãe e, aos 15 anos pediu de presente sua primeira máquina de costura para o pai. Não é surpresa nenhuma que Adriana tenha sido autodidata na costura, assim mesmo decidiu se aperfeiçoar em um curso para iniciantes junto com uma amiga, onde conheceu pessoas que colaboraram muito para suas decisões futuras.

Apesar de ter sempre presente a vontade de criar o próprio negócio, foi depois de assistir uma palestra sobre foco que ela começou a se perceber melhor e reconhecer a sua paixão por bolsas. Pouco tempo após assistir a palestra, ao sair do hotel onde trabalhava, viu uma moça jogando fora muitos sacos de lixo cheios de tecido, parou para conversar e questionou o motivo de jogá-los fora. A moça era representante de vendas da industria têxtil e estava descartando as amostras de tecido que não lhe seriam mais úteis para o trabalho. Eram tecidos bons e bonitos que apareceram em um momento muito oportuno na vida da Adriana! E vejam que incrível, a partir deste dia a representante passou a doar todas as amostras de tecido que já não lhe serviam para a Adriana, se tornando uma das principais fornecedoras da Agama!

O contato com o Banco veio através da Flavia, da Costuritcha, que fez checkin nas redes dela e aguçou a curiosidade da Adriana! Apesar de receber muitos tipos de tecidos, alguns deles não servem para produzir bolsas, quando conheci o Banco achei a ideia genial por vários motivos, principalmente porque acredito que cada tecido tem uma vida, uma historia e acho triste ter que acabar com a vida deles jogando no lixo, conta. Conversei muito com a Lu na primeira vez que fui lá, trocamos muitas ideias, me inspiro e indico sempre o Banco de Tecido.

Aos poucos ela foi percebendo a Agama, não apenas como uma empresa para confecção de bolsas, mas como uma forma de ajudar as pessoas e o meio ambiente. Com isso em mente, se aprofundou em cursos, como o Hora de Brilhar, projeto entre a Unilever e Aliança Empreendedora onde, entre 1000 inscritas, foi uma das 10 empresas selecionadas para receber uma mentoria sobre empreendedorismo. Mais tarde, entre 70 inscritas, foi uma das 5 historias de mulheres empreendedoras a ser selecionada para participar do primeiro encontro de mentorias do Mode.fica (site que aborda temas de moda sustentável), além de ser selecionada para participar da aceleradora conduzida pela Escola de Negócios do SEBRAE, no segmento voltado para a moda.

Hoje, pesquisa e se preocupa constantemente com as possíveis formas de reduzir ainda mais seu impacto no meio ambiente. Em media, 90% dos descartes da confecção das peças são destinadas corretamente, seja para cooperativas de reciclagem de embalagem longa vida, seja com a doação dos tecidos para o Projeto Arrastão em parceria com o Banco de Tecido.

Além das confecções, a Adriana trabalha como voluntária dando aulas de técnicas artesanais utilizando material reciclável e explicando como descartar os resíduos para mulheres da comunidade onde atua, buscando incentivar o empoderamento feminino e liberdade financeira destas mulheres.

A Agama existe para ajudar pessoas e natureza, entregando beleza e exclusividade através de bolsas e acessórios ecológicos, sempre cooperando de forma responsável com a sobrevivência do meio ambiente!

Por Adriana Costa e Banco de Tecido

Facebook - https://www.facebook.com/Agama.loja/

Instagram - @agama.loja

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Quer conhecer um pouco mais sobre a Agama? Dá uma olhada nessas matérias!

http://planofeminino.com.br/conheca-as-finalistas-do-projeto-hora-de-brilhar-parceria-de-brilhante-unilever-e-alianca-empreendedora/

http://blog.elo7.com.br/negocio-criativo/criacao-de-objetos-com-reaproveitamento-em-foco.html

Da importância de reutilizar tecidos: o caso da Insecta Shoes

Nem todo mundo sabe, mas a Insecta nasceu da mistura de um brechó com uma iniciativa de sapatos artesanais. A ideia era usar roupas estampadas, que estavam no brechó de uma das fundadoras para dar um charme especial para os sapatos manufaturados de outra (a Babi Mattivy, com seu brechó e a Pam Magpali com seus sapatos).

O desenvolvimento da marca foi em cima da vontade de criar um produto que fosse uma alternativa ao mercado da moda, já saturado de maus exemplos e empresas antiquadas. O sapato deveria atender àquelas pessoas preocupadas com os impactos sociais e ambientais que a grande indústria gera. Aos poucos (e sempre) a Insecta foi buscando reduzir cada vez mais suas marcas no meio-ambiente, desenvolvendo novas formas de produção do sapato, que hoje conta com reciclagem de borracha e PET, peças de roupas, assim como os tecidos reuso.

Sabe aquela frase: “O produto mais verde é aquele que já existe, porque não depende de novos recursos naturais para ser feito”, do John Donahoe? Pois bem, esse é o lema da Insecta, que pelo caminho cruzou aqui com o Banco de Tecido. A equipe da Insecta conheceu a gente através de uma matéria em que aparecemos na Folha de São Paulo e discutiu nossa iniciativa em uma das suas reuniões. Depois disso, a Laura marcou uma reunião com a Lu Bueno onde acabaram firmando parceria. Além de usar roupas vintage, a Insecta passou a trabalhar com a gente enquanto fornecedores de tecidos de reuso e se tornou nossa correntista, depositando seus excedentes e sacando tecidos novos do nosso acervo.

O legal das duas iniciativas, a Insecta e o Banco, é a sensação de estarmos sendo cercados por gente que vem pensado diferente, perceber que o espírito do nosso tempo é a criatividade, como forma de gerar soluções para os problemas e impactando positivamente as pessoas no caminho. Não só isso, mas ver que esse tipo de discussão sobre responsabilidade pessoal frente aos problemas sociais e ambientais, vem tomando espaço e sendo considerada na vida de cada um.

 

Por Insecta Shoes e Banco de Tecido

 

Quer conhecer mais do trabalho feito na Insecta?

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Banco de Tecido apresenta: KARMEN.

Blusa e boné feitos com tecidos do Banco.

Vocês já se perguntaram o que se faz com os tecidos aqui do Banco? Nossos usuários e correntistas fazem coisas incríveis com os tecidos de reuso que garimpam com a gente, e é por isso que resolvemos mostrar o trabalho deles por aqui! Vamos começar apresentando o trabalho da KARMEN, que é uma marca para pessoas que gostam de moda mas não querem consumir os recursos do planeta desenfreadamente. A marca surgiu justamente devido à necessidade de se utilizar matéria-prima parada em estoque ou tecidos de reuso na confecção de peças cujo design e linguagem de moda contemporânea são a característica principal.


Mariana Lombardo, sua idealizadora, atua como estilista há 14 anos e depois de passar por grandes marcas nacionais acabou entrando em contato com a triste realidade dos estoques de tecidos ao trabalhar em uma grande empresa têxtil. A cada estação muitos novos artigos são lançados enquanto milhares de metros de tecidos de old collections com potencial ficam parados nos estoques. Às vezes esses artigos ficam guardados por anos e podem vir a se deteriorar e é por isso que o Banco de Tecido tem enorme importância nesse novo modelo econômico que ao poucos é entendido pelas pessoas, principalmente por dar acesso a qualquer um que possa utilizar esse recurso disponível.
Mariana nos conheceu em um evento do Ecoera na Casa do Povo, em 2014, e a partir daí a parceria se firmou. KARMEN utiliza as preciosidades garimpadas aqui na produção de suas peças, juntamente com tecidos antigos de empresas têxteis parceiras. No começo, Mariana era somente usuária e comprava os tecidos por quilo, hoje é correntista e já deposita e troca as suas sobras no Banco e, segundo ela, fica muito feliz em saber que eles receberão vida nova pelas mãos de alguém!

Por Mariana Lombardo e Banco de Tecido

Quer conhecer mais do trabalho feito na KARMEN?
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Faça com Tecido: Furoshiki.

Já pensou em embrulhar seus presentes de forma criativa e sofisticada e ainda de quebra colaborar com o meio ambiente? Tudo isso é possível através da prática do FUROSHIKI, arte milenar japonesa usada para embalar roupas, presentes e qualquer outra coisa, utilizando apenas pedaços de tecido e nós.

Esta forma de embrulhar tem suas origens nos banhos públicos (ofurôs), durante o período Edo. As pessoas levavam suas mudas de roupa dobradas e embrulhadas numa trouxa, que chamavam de FUROSHIKI (Furo = banho + Shiki = abrir, espalhar). Com o tempo, o costume entrou em desuso, substituído pelas embalagens descartáveis que tomaram conta do mercado. Porém, recentemente, as preocupações ambientais trouxeram um novo fôlego à arte do embrulho, já que os tecidos podem ser reutilizados.
O FUROSHIKI carrega em suas estampas temas e significados que variam conforme a estação do ano e as festas comemorativas. O tamanho do tecido pode variar, mas os mais comuns são 45, 68 e 72 cm. Pode se usar seda, algodão ou nylon.

 

Se quiser se aprender o passo a passo da técnica do FUROSHIKI, dá uma olhada no vídeo feito pelas meninas do Superziper em 2009.

 

Tem até um FUROSHIKI CLUB.

Depois de tanto capricho, o único risco que vocês correm é de o presenteado ficar mais encantado com o embrulho do que com o presente!  Mas isso não é um problema, certo?

Escrito por: Carolina Moraes